Mamíferos

Veja todas as características dos mamíferos pré-históricos

Smilodon Populator

O maior caçador da América do Sul, conheça ele o Smilodon Populator!

Smilodon é um gênero extinto de felídeo da subfamília Machairodontinae. É o mais conhecido dos dentes-de-sabre[nt 1] e viveu durante o Pleistoceno (há entre 2,5 milhões e 10 mil anos), mais especificamente, Smilodons percorriam a América do Sul e Norte entre cerca de 700.000 anos a 11.000 anos atrás[1]. Vários fósseis foram encontrados em La Brea.Smilodon populator estava entre os maiores felinos conhecidos, com uma massa corporal de 400 kg (880 lb), e uma estimativa sugerindo até 470 kg (1.040 lb). Ele ficava a uma altura de 120 cm (47 pol) e tinha um comprimento de corpo excluindo a cauda de 220 cm. Em comparação com S. fatalis, S. populator era mais robusto e tinha um crânio mais alongado e estreito com um perfil superior mais reto, ossos nasais mais elevados, occipital mais vertical, metapodiais mais maciças e membros anteriores um pouco mais longos em relação aos membros posteriores. Grandes faixas da Argentina (para as quais o nome ichnotaxon Smilodonichium foi proposto) foram atribuídas a S. populator, e medem 17,6 cm (19,6 cm) por 19,2 cm (7,6 polegadas). Isso é maior do que rastros do tigre de Bengala, ao qual as pegadas foram comparadas.


Mastodonte

Os mastodontes (do latim Mastodon) são proboscídeos pré-históricos da família mammutidae membros do gênero mammut, distantemente relacionados com os elefantes, que habitavam a América do Norte e central do mioceno até a sua extinção no final do pleistoceno entre 10 mil e 11 mil anos atrás. Os mastodontes viviam em manadas e eram predominantemente animais de floresta, e possuíam um comportamento de forrageamento semelhante aos do elefantes atuais.

O mastodonte tinha pernas mais curtas e um corpo mais alongado, estrutura semelhante à do elefante-asiático de hoje (Elephas maximus), porém mais robusta. Podia chegar a 4,5 m de comprimento e 6.

Vivia em manadas, predominantemente em ambientes de floresta. Como nos elefantes modernos, as fêmeas eram um pouco menores. Os machos adultos viviam em um rebanho separado delas e dos filhotes e, anualmente, brigavam entre si pelo direito de acasalar, utilizando os marfins. O mastodonte tinha uma cobertura de longos pelos e orelhas pequenas. Seu crânio baixo e comprido portava duas longas presas, sendo que as dos machos eram mais robustas e curvadas. As presas chegavam a medir 5 m, mas não eram tão curvas como as do mamute.Numa olhada rápida, é muito difícil identificar alguma distinção entre esses dois primos dos elefantes, (Mastodonte e Mamute) ambos extintos há milhares de anos. "As principais diferenças entre o mamute e o mastodonte são o período em que eles viveram e certas particularidades quanto aos dentes", diz a bióloga Mara Marques de Ângelo, da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Como a variação na dentição é na parte interna da boca, só mesmo um bom dentista pré-histórico poderia separar um do outro. Diferenciar claramente mamutes e mastodontes.Os mastodontes viviam, a princípio, no norte da África, há cerca de 40 milhões de anos. Espalharam-se depois pela Ásia, Europa e as regiões restantes da África. Os mastodontes chegaram à América do Sul há cerca de 15 milhões de anos e viveram aí até pelo menos oito mil anos atrás.

Macrauquênia

A macrauquênia (Macrauchenia patachonica) foi a última espécie de animais da ordem dos liptoternos, que existiu apenas na América do Sul. Viveu de 7.000.000 a.C. a cerca de 18.000 a.C. 

    A primeira descoberta de um fóssil desta espécie, na Patagônia Argentina, foi de autoria de Charles Darwin, durante sua histórica viagem a bordo do HMS Beagle em 1834. Darwin repassou o fóssil ao paleontólogo britânico Richard Owen,[1] que descreveu a espécie. Posteriormente foram encontrado ossos de macrauquênia no Brasil, Bolívia, Paraguai, Chile e Uruguai. 

   Eram herbívoros do tamanho de um camelo, com cabeça pequena, pés com três dedos (como os rinocerontes) e narinas entre os olhos, provavelmente ligadas a uma tromba, como a das antas, do tamanho de uma bota. Suas pernas dianteiras eram mais longas que as traseiras, como as das girafas, o que não é típico de animais muito velozes. Porém, também eram resistentes a tensões resultantes de mudanças de direção, o que indica que tinha boa esquiva e era capaz de escapar de predadores poderosos, mas menos ágeis, como o Smilodon. Também era, provavelmente, um bom nadador e ocupava um nicho ecológico similar ao das girafas, apesar do seu pescoço não ser tão longo. Pode ter evoluído de animais do gênero Promacrauchenia, que, para alguns autores, é considerado sinônimo de Macrauchenia.    

A Fantástica Megafauna da Austrália   

A  Austrália tem uma das megafaunas mais impressionantes pelo fato de terem marsupiais e é uma das únicas que tinha répteis, então descubra apenas um pouquinho desta fantástica megafauna aqui!

Varanus priscus também chamado de Megalania é um lagarto monitor gigante extinto. Fazia parte da megafauna que habitava o sul da Austrália, e parece ter desaparecido há cerca de 40 000 anos juntamente com várias outras espécies de megafauna australiana. É um parente distante do dragão-de-komodo.

É, possivelmente, o maior animal peçonhento que já existiu, atingindo até 8 metros de comprimento do focinho até a ponta da cauda, e pode chegar de 1,70 a 2,10 metros de altura.

Genyornis newtoni foi uma espécie de ave não voadoras que habitou a Austrália até há cerca de 50 mil anos. É a única espécie no gênero Genyornis. Muitas espécies sofreram extinção por volta dessa data, coincidindo com a chegada do ser humano. 

O diprotodonte, também conhecido como vombate-gigante, foi um marsupial pré-histórico australiano parente do vombate, só que muito maior. De fato, ele chegava ao tamanho de um rinoceronte e foi o maior marsupial que já viveu.

Procoptodon foi um género de marsupiais semelhantes aos cangurus atuais que viveu na Austrália na época do Pleistoceno.  (é sério ele era só um cangoroo de 2 metros de altura e que tinha o focinho curto) 

Thylacoleo ("pouch lion") é um gênero extinto de marsupiais carnívoros que viveu na Austrália desde o final do Plioceno até o final do Pleistoceno (de 2 milhões a 46 mil anos atrás). Alguns desses " leões marsupiais " eram os maiores predadores mamíferos na Austrália daquela época, com o Thylacoleo carnifex aproximando-se do peso de um pequeno leão . O peso médio estimado para as espécies varia de 101 a 130 kg. 

O lobo-da-tasmânia, comumente conhecido, especialmente em outras línguas, como tigre-da-tasmânia, foi o maior marsupial carnívoro dos tempos modernos. Nativo da Austrália e Nova Guiné, acredita-se que se tornou extinto no século XX, mas se originou no Pleistoceno portanto fazia parte da megafauna da Austrália.

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